Contrato pré-nupcial: por que fazer?

Postado em 20/12/2012, 14:13


Por: Isabel Goes

 

Apesar de não ser muito romântico, conversar sobre contrato pré-nupcial durante os preparativos para o casamento é muito comum para vários casais que se preocupam com a felicidade conjugal. No Brasil, o contrato é mais conhecido como Pacto Antenupcial e tem como função regulamentar o regime de bens adotados.

Acordo pré-nupcial nada mais é do que uma declaração que ambos concordam com determinados aspectos quando se casam, também diz respeito sobre quais decisões tomar caso a união não dê certo. Um contrato no qual as partes estabelecem os direitos e deveres que irão guiar a relação financeira a partir do casamento. Óbvio que ninguém se casa planejando a separação, mas é sempre saudável ter um plano para a eventualidade de não dar certo.

Apesar de ser um contrato que basicamente rege questões patrimoniais, nos últimos anos as pessoas têm buscado estabelecer mais regras para a vida em comum, mudando o perfil dos contratos. Os pontos mais conturbados e discutíveis dos pactos antenupciais, segundo os advogados, não lidam diretamente com bens e patrimônios, mas com as regras e valores para indenizações por infidelidade. Alguns casais, de religiões diferentes, preferem determinar antecipadamente em que religião os filhos serão criados ou as tarefas domésticas que cada um deverá desempenhar. Para os casos de traição a legislação brasileira já tem capítulos tratando do assunto, mas não custa garantir.

Caso não seja firmado um acordo, o regime é automaticamente fixado como sendo o de Comunhão Parcial de Bens. Isso significa que apenas os bens adquiridos após o casamento serão divididos em caso de separação. Muitos juristas acham que o pacto pode assumir uma função social ao estabelecer regras que podem limitar ou diminuir as disputas quando a união acaba. Sem contar que conversar seriamente com o parceiro e chegar a um acordo saudável para ambos é uma demonstração de maturidade, e uma prova de que o relacionamento pode dar certo, já que não existem problemas para discutir o que quer que seja na relação. O amor não exclui as responsabilidades do cotidiano, e o contrato pré-nupcial pode ser mais uma maneira de assegurar a harmonia do casal e prevenir conflitos no futuro.

 


Com que roupa eu vou?

Postado em 31/01/2013, 17:13


Muitos casais pensam no casamento e idealizam aquele momento único em suas vidas. Nada pode dar errado. Os planejamentos começam com anos de antecedência, e claro, tudo é detalhado, conversado e necessita da colaboração de todos os envolvidos – o que inclui os convidados também. Ao receber o convite, as regras de etiqueta já começam a dar o ar da graça. Respeitar, por exemplo, o número de pessoas estipuladas é mais do que obrigação, e muito indelicado não cumprir esta regra.

Outra sugestão dos noivos é relacionada ao traje, onde vão optar por vocês, a roupa que mais vai se adequar com o ambiente e estilo escolhido para a festa e padronizar a roupa de todos os convidados. E entre os trajes mais conhecidos, alguns se destacam, e, fiquem calmos, vamos detalhar as diferenças pra vocês:

 

 

Traje a Rigor: Está entre os mais formais para os estilos de cerimônia. Para os homens, smoking, de preferência. Gravata estilo borboleta e camisa social branca e, claro, sapatos pretos. Para mulheres é legal investir em longos bem sofisticados, utilizando para compor o visual, jóias e bolsas pequenas. Essa combinação pede que todos estejam muito elegantes.

 

 

 

 

Traje Social: O uso do terno para os homens, mas não necessariamente smoking como no trajeanterior. Acompanhados sempre de gravata, o traje social não permite uso de roupas menos formais por não ser  “a rigor”. Para as mulheres, fica a dica do estilo tailleur, muito usado na década de 60 e mais elegante do que ternos básicos. Vestidos estilo tailleur também caem super bem. Pérolas são indicadas como jóia neste tipo de traje.

 

 

 

 

 

Passeio completo: Ainda considerado social, para as mulheres caem bem as saias, blusas ou pantalonas de tecidos sofisticados e brilhosos. Para eles o terno não precisa ser escuro, mas ainda não é dispensável o uso da gravata e sapato de couro, que pode vir numa versão mais informal, como os modelos Oxford.

 

 

 

Esporte fino: Escolhido para casamentos pouco formais, o look deve vir com um toque de sofisticação, que pode, no caso das mulheres, estar associado a um colar, uma bolsa, ou até mesmo a um sapato maravilhoso. Além disso, para elas são indicados vestidos de bons tecidos sem regras para o cumprimento. O excesso de brilho não é legal. Para os homens, o terno associado à camisa sem gravata e calça jeans é muito interessante. Sapatos de cores diferentes também dão muito estilo, como mocassins, por exemplo.

 

 

 

 

Esporte: A mais descomplicada das produções e não menos bonita por isso. Nesse estilo, vale calça para mulheres, desde que seja uma peça bem cortada e bacana, e não é necessário o uso do salto. Há sandálias baixas de muito bom gosto. Para os homens, não vale camisa de malha de jeito nenhum. Camisas pólo, ou mesmo social de manga curta com boa calça e sapatênis é uma boa opção.

 

 

Independente da especificação do traje evite sempre exageros. Decotes vulgares ou roupas apertadas demais não cabem em nenhuma situação. Às vezes é bom abrir mão do estilo próprio para se enquadrar nos padrões pré-estabelecidos, até porque isso também demonstra consideração pelos anfitriões. Pense em tudo isso, e seja qual for a festa e estilo, estejam sempre lindos! O registro do evento agradece!